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DE ORTUGAL CRISE DE PROFESSORES

DOMINGO 5 DE MAIO DE 2019  

Dez pontos para entender uma crise que durou 99 horas

Minutos antes do PCP esvaziar a crise política, ao comunicar que não acompanhava as propostas do PSD e CDS para a reposição condicionada do tempo integral dos professores, o primeiro-ministro alimentou uma espécie de tabu afirmando que a sua demissão dependeria ainda do resultado da votação global no Parlamento.

Nem o apelo do secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, para BE e PCP deixarem passar as propostas da direita foi ouvido, sobrando pouca margem para António Costa se demitir. Jerónimo de Sousa sintetizou a recusa da esquerda ao desafio sindical: a Fenprof procurou "salvar qualquer coisa, mas as propostas do CDS e PSD não salvam nada. Pelo contrário, abrem uma nova frente", que é a revisão do estatuto da carreira docente, "e isso não é coisa pequena".

Tudo se esfumou em cerca de 99 horas, desde quinta-feira à noite até perto das 22.00 desta segunda-feira, quando o PCP pôs uma pedra no assunto. Esgotado o tempo da crise, o caminho prevê-se cheio de pedras à direita e à esquerda, por motivos diversos.

 

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